Épocas 1965 a 1977 – África do Sul

Pequena história da implantação da modalidade

Ainda em 1965, em Carletonville, na cidade mineira onde trabalhava e vivia temporariamente, deparei com um rinque oval, onde muitos garotos sul-africanos se divertiam com ou sem patins, a perseguir uma bola de críquete com os seus setiques de hóquei em campo. Uns dias depois, apareci lá com o meu equipamento. Meti-me no meio dos garotos, participei das brincadeiras e pode-se imaginar a surpresa deles por ter revelado na prática, o que se podia fazer, não só com os patins, mas também com o setique e a bola. Os miúdos pareciam moscas à volta de mim, frustrados por não conseguiam a bola, que eu fazia saltitar, enrolando-a ou levando-a na ponta do setique, sempre a escapar-me com fintas de corpo, travagens súbitas e mudanças de velocidade.

Foram duas sessões a divertir-me e, na última, houve um convívio com os pais, que queriam obter para os filhos, equipamentos iguais aos meus, pedindo-me mesmo que os ensinasse a jogar hóquei. Não os entusiasmei nesse sentido, informando-os que brevemente deixaria a mina e não desejava alimentar os sonhos das crianças sabendo que não os podia acompanhar no futuro. Entenderam e quando, dias depois, recebi a almejada autorização de residência, abalei para Johannesburg.

Uma vez estabilizada a minha vida nesta cidade, os incitamentos das pessoas ligadas à modalidade para que desse o meu contributo ao Hóquei em Patins naquele país, foram inevitáveis. Já em 1967, na deslocação que fiz a Lourenço Marques, para participar no XIº Aniversário da Internacionalização do hóquei da nossa cidade, fui entrevistado a esse respeito.

Jornal Tribuna de 27 de Junho de 1967

Extractos da entrevista:

Velasco prossegue:

«Comecei a procurar estabelecer contactos que pudessem vir a trazer apoio ao projecto e verifiquei que se trabalhar com uma certa obsessão, hei-de introduzir a modalidade na África do Sul. Claro que como é um desporto novo, e como a população deste país não o conhece, a luta vai ser travada isoladamente. Ou então com o apoio da comunidade portuguesa. Houve de facto algumas pessoas que se prontificaram a auxiliar-me…»

«Já tive uma conversa a bom nível com os planificadores do desporto sul-africano que, aparentemente, ficaram bem impressionados, simpatizando imenso com a ideia. Na altura, aproveitei a presença de Joaquim Saraiva, Presidente da Associação de Patinagem de L.M., para o levar comigo para assistir à troca de impressões. Concluí, daquela conversa toda, que a iniciativa, uma vez tornada realidade, há-de poder contar com o auxílio oficial…»

«O que sucedeu foi haver uma pausa no prosseguimento do projecto…»

«Mas agora que tive a oportunidade de vir a Lourenço Marques reviver a modalidade, através das comemorações, o entusiasmo voltou-me. Estou na disposição de, até ao fim do ano, esgotar todas as possibilidades, a fim de que seja feita a primeira exibição de hóquei em patins em Johannesburg.»

Em 16 de Outubro de 1968 voltei a Lourenço Marques, por razões profissionais.

Jornal "Diário Desportivo", de 16 de Outubro de 1968

Extractos da entrevista:

Só um assunto:

«Só falámos duma questão que vamos resumir desta maneira. O que teria feito Francisco Velasco na África do Sul em prol da modalidade? Se é que fez ou se propunha a fazer qualquer coisa. Em que pé estão as diligências e o entusiasmo? Que hipóteses há? Ou há mesmo certezas?»

«Comecei mal!

«O meu gosto pela modalidade levou-me a procurar fazer qualquer coisa de concreto a favor do hóquei em patins em geral. Este meu gosto, aliado ao conhecimento da juventude sul-africana ser desportista quase por temperamento, guiaram o meu entusiasmo. Creio que pensei tudo em grande. Mas a primeira tentativa fracassou. Talvez pelo meu exagero imaginativo. Mas alguma coisa ficou. Foi experiência adquirida.»…

«Tudo vai recomeçar e o hóquei, acredito, será uma realidade na África do Sul. Quando? Não poderei responder, mas ainda este ano se há-de fazer qualquer coisa. Vai ver. Há-de ouvir falar nisso.»

Em finais de 1969, lembrando-me da excitação criada entre a dezena e meia de jovens, em Carletonville, das várias hipóteses que apareceram, optei por um convite partido do Fiestaland Amateur Club, situado num complexo turístico em Haartebeesportdam, na vizinhança rural de Pretoria, mas a cerca de 100 kms da minha residência, que além de passeios a cavalo, circuitos pelas elevações envolventes, piscina, courts de ténis, possuía um recinto coberto, para umas mil pessoas, onde se patinava e se jogava um hóquei incipiente.

Publicidade ao Festival organizado pelo Fiestaland

O facto de todos serem Afrikanners, foi o factor fundamental para me envolver, uma vez que era deveras importante existir uma equipa formada por atletas da terra que, por arrastamento, pudesse levar ao aparecimento de mais formações semelhantes.

Publicidade à minha presença no Fiestaland

Estava convencido que o hóquei, na África do sul, que se limitava à Comunidade Portuguesa, não teria o futuro almejado se porventura não proliferassem mais clubes entre a população sul-africana. Daí que meti mãos à obra, conduzindo o meu carro aquela distância toda, três vezes por semana, empenhados que estávamos em treinar, inclusive eu, que decidi participar nos jogos da equipa e lançá-los no circuito local. Uma vez atingido esse objectivo, ficariam por conta própria, pois continuar com viagens de 200 kms por sessão seria incomportável.

Equipas alinhadas antes do Jogo com o Fiestaland à direita

Um par de meses depois, tivemos a presença do Sporting de Lourenço Marques, liderado pelo Rui Dias. Com o pavilhão a abarrotar e as pessoas entusiasmadas pelo desenrolar dum jogo impróprio para cardíacos, em que os golos foram pingando, duma forma inesperada. O Sporting marcava e nós replicávamos, voltava a marcar e nós também, e o resultado foi subindo num estilo escadinha, 1-0, 1-1, 3-2, 3-3, 4-5, 5-4, 5-5, 7-6, 7-7, para desespero dos visitantes. A euforia dos Boers nas bancadas com a réplica dada pelo Fiestaland, só vista e merece prosseguirmos com o relato dos golos, que depois dos 7-7, passou a 8-7, 8-8, 9-8, 9-9 e finalmente 109, o resultado final. Os rapazes do Fiestaland reconheceram que o empenhamento nos treinos não tinha sido em vão, sugerindo eu, ao mais velho deles, que assumisse a liderança e mantivesse o ritmo de trabalho e a metodologia por mim aplicada na preparação da equipa. Tinha lançado a semente e o meu papel terminou.

Posteriormente, a convite dos irmãos Silva, naquela cidade residentes, fiz um jogo em Pretoria, reunindo-me depois com o major da Força Aérea sul-africana, De Beer, uma excelente pessoa, intensamente apaixonada pelo hóquei em patins. Discutimos a necessidade de criarmos um Instituição que gerisse a modalidade, a futura Transvaal Roller Hockey Association, que tanto trabalho me causou. Foi criada uma comissão organizadora para o efeito e da qual passei a ser a força motriz, dando-me uma oportunidade para desbravar terreno desconhecido, o do Dirigente.

Passagem pelo Pretoria da Gama.

Encetei correspondência com Moçambique para obter os estatutos das nossas Associações e tendo recebido uma resposta célere da Associação de Patinagem da Beira, traduzi-a imediatamente em inglês, adaptando-a às leis segregacionistas em vigor no país, das quais já possuía um conhecimento razoável.

Voltei a Pretória com uma minuta dos estatutos e com uma lista dos futuros componentes duma direcção executiva, portugueses envolvidos com a modalidade. Com os irmãos Mário e Carlos Silva sempre presentes, especialmente este último, foi proposta ao major De Beer a Presidência da futura Direcção da Associação, que aceitou em face dos argumentos por nós invocados, sendo o Vice-Presidente, João Cosme, empossado em 22 de Fevereiro de 1972. Sugeri-lhe inclusivamente que, para a presidência da Assembleia Geral, uma personalidade distinta teria de ser escolhida por ele, do seu círculo de conhecimentos e outros que achasse oportuno.

Afável e entusiasmado, como sempre, levou-me nesse mesmo dia a uma quinta, onde tive o privilégio de conhecer um dos Generais-Comandantes do Exército, na altura retirado e atarefado com os afazeres da sua “farm”, uma quinta nos arredores de Pretória. Recebeu-nos em sua casa espartana, de calções puxados até junto aos peitos, seguros por um par de suspensórios e apertados na cintura por um largo cinto de couro e um chapéu de abas largas. Um afrikanner típico. Na sua simplicidade, depois de ouvir o major De Beer e de ter falado comigo em inglês, aceitou o convite que lhe foi endereçado, para alegria nossa.

E quando me disse o nome, que precisava para efeitos de incluí-lo na lista dos órgãos sociais a constituírem-se, reconheci-o logo, excitado, dos livros de guerra que desde novo colecciono e que ainda mantenho nas minhas prateleiras. Era o General Hendrik Kopler, protagonista dum episódio dramático que teve lugar durante a II Guerra Mundial, no norte África, ao comando da “Fortaleza Tobruk”, mais tarde Comandante-Geral das forças de defesa da África do Sul entre 1956 e 1958. Saí de lá fascinado e, apesar de o Comandante não ser pessoa de muitas palavras, ainda trocaram-se algumas lembranças aleatórias desse acontecimento. Regressámos eufóricos, pois o elenco para a Associação passaria a contar com naturais do país, personalidades tão distintas e de relevo da cidade de Pretória, capital administrativa.

Voltando a Johannesburg, reuni com a comissão organizadora, elaboramos um plano de acções que envolvia todas as áreas fundamentais da futura Associação. A arbitragem necessitava uma reviravolta, consumia 80% das receitas dos jogos, com tarifas ridículas que não cobriam as despesas de deslocação dos seus elementos, em viaturas próprias e refeições. Induzi o amigo e árbitro moçambicano, Carlos Almeida a aceitar a presidência da Comissão Nacional de Arbitragem, dado o seu curriculum nesta área, apoiado pelos indigitados Vice-Presidente João Foguete e Secretário Manuel Miraldes. Por outro lado os estatutos foram aprovados, criando-se, primeiro, a título provisório, a Transvaal Roller Skating Association que eventualmente se oficializou.

Uma preciosidade! Um cartão de Treinador, emitido por uma Associação de Patinagem que ajudei a criar.

Reunimos várias vezes, estabelecendo normas vitais para uniformizar o vestuário dos árbitros que até então apresentavam-se de jeans, em suma à civil. Comprometeram-se todos a apresentar-se a rigor, de branco, por sua conta e formarem equipas de quatro elementos para os diversos jogos, três dos quais actuariam na pista, um árbitro e dois juízes de baliza, permanecendo o quarto de reserva, na bancada. Foi garantido aos futuros árbitros uma compensação mais elevada, para as suas despesas de deslocação e, no fim da época, o balancete de contas produzido por Jorge Carreno, se a memória não me falha e que assinei como 1º secretário, registava um encargo com os árbitros de somente 28% das receitas o que já permitia um retorno equitativo a todos os Clubes participantes.

Enquanto a Comissão de Árbitros trabalhava e ia uniformizando critérios, fui preparando a época que se avizinhava rapidamente, introduzindo quadros competitivos idênticos aos em vigor na nossa terra. Elaboram-se os calendários das competições oficiais, os torneios de Abertura e de Preparação, o Campeonato Provincial, estes dois últimos a duas voltas, Festivais dos Clubes e qualquer outro oportuno, fechando a época com o torneio de Encerramento. A época teve início, tudo correu como em todos outros países, de forma organizada.

Paralelamente, tendo abordado o Jornal “ O Século de Johannesburg”, que gentilmente me cedeu espaço de uma página e verso, suficiente para promover a modalidade junto dos portugueses que constituíam 90% dos espectadores, os quais passaram a ter informações detalhadas dos torneios e jogos, uma coluna de Alípio Gonçalves preenchida com entrevistas e fotos de jogadores, e tabelas classificativas actualizadas. Preparei um também um bloco das Regras de Jogo, emoldurado por um filete, passível ser recortado e transformado numa brochura, para colecção e elucidação dos leitores.

O meu envolvimento e empenho assoberbaram-me, de Treinador a Jogador, deste a Dirigente, de Dirigente a Seleccionador do Transvaal das formações “A” e “B” que iriam defrontar a Selecção Nacional Portuguesa, com a agravante de ainda ter adicionado o papel de Jornalista.

A União Cultural, Recreativa e Desportiva Portuguesa, UCRDP, durante a Presidência de L. Carocho, teve a iniciativa de convidar a nossa Selecção Nacional para participar no seu Festival em Johannesburg. Foi um esforço louvável que contou com o apoio de várias entidades, desde a Federação Portuguesa e Associação Provincial de Patinagem de Angola, TAP e o muito especial patrocínio do Banco de Lisboa e África do Sul, na pessoa do seu administrador, Dr. Durval Marques, elemento fulcral na concretização deste evento cujo epílogo foi festejado na célebre Academia do Bacalhau.

A Selecção Nacional realizou exibições extraordinárias que entusiasmaram a assistência, que não regateou aplausos ao virtuosismo de António Livramento, suportado por um lote de grande calibre, tais como Júlio Rendeiro, Jorge Vicente, irmãos Gomes da Costa et al.

Recorte do jornal o "Século de Johannesburg"

Como Seleccionador, o pragmatismo que me acompanha, sabendo que “burro velho não aprende línguas”, sem ofensa para ninguém, levou-me a concentrar-me na formação “B”, composta por jogadores jovens, atléticos, treinando-os assiduamente, tendo o pai dum deles gentilmente cedido a sua sala de estar, numa residência vizinha do rinque, onde as prelecções foram dadas com toda a tranquilidade e total atenção dos jogadores. No fundo sabia que a formação “A”, a quem somente ministrei treinos de preparação física, recuperando-os o máximo que pude, formatada que estava numa anarquia de jogo, não ia poder responder adequadamente aos campeões do Mundo.

Selecção do Transvaal B” – G. Redes: J. Jerónimo e Filipe Borges – defesa e médio: Victor Santos e Abel Miranda – avançados: Fernando Rodrigues e José Rodrigues.

Selecção do TransvaalA” – G. Redes: Carlos Silva e Eduardo Santos – defesa e médio: Mário Gonçalves e Delfim Leitão – avançados: Victor Barbosa, Luís Dias e Jorge Henriques.

Essa previsão verificou-se: A equipa jovem absorveu com mais facilidade as instruções dadas durante os treinos e bateram-se com grande galhardia e concentração, numa partida emocionante em que perderam por 8 x 6. No segundo jogo, a equipa “A” foi totalmente cilindrada por 7 x 0, fruto duma exibição doutro mundo da Selecção Nacional, que deitou a casa abaixo.

A Academia do Bacalhau, vendo-se o Dr. Durval Marques numa troca de galhardetes com António Livramento

No que me dizia respeito, e sem esquecer que muitas mais pessoas estiveram empenhadas e envolvidas na organização da modalidade, pesava o facto de me ter tornado no “homem de todos os instrumentos” e sentia que estava terminado o meu contributo de longas horas de viagens, de reuniões, de treinos e de jogos entremeados, todavia, intimamente satisfeito por ver as coisas organizadas e a caminhar com pernas próprias.

Até a sede da TRHA Provisional, ficou instalada na minha residência, em Notwani Rd, Emmarentia

Era tempo de arrumar os patins e só esporadicamente voltei a jogar, em festivais realizados em Moçambique, sempre que era convidado para o efeito, destacando as comemorações do Xº Aniversário, a festa de homenagem a Manuel Carrelo. Num curto espaço de tempo, os quadros competitivos estavam a vigorar e após o Torneio de Abertura e de Preparação,  realizava-se o 1º Campeonato Provincial de Hóquei em Patins do Transvaal, época 1971/72, em que se disputou um magnífico troféu oferecido pelo Bank of Lisbon and South Africa.

Participaram no campeonato as seguintes equipas e jogadores:

UCRDP (União) : José Jorge Henriques, Mário Gonçalves, Abel Miranda, José Rodrigues, Fernando Rodrigues, Edmundo Santos..l.

CRP (Clube Recreativo Português) : Manuel Serrão (gr), Victor Barbosa, José Neves, Albino Rodrigues, Carlos Moreira, António França, Fernando Pereira…

LUSITANO : Joaquim Gerónimo, Victor C. Santos, José Carlos Moreira, António (Toni) Borges, Colaço e Carvalho…

PRETORIA DA GAMA : Carlos Silva (gr), Franklim da Silva, Augusto Monteiro, Christian e Mário Silva…

EVERITE : Manuel Filipe Borges, Botha, Jorge Carreno, Luis Dias, F. F. Borges, Steemkamp, Smith…

FIESTALAND AMATEUR CLUB : Chris van Wyk (gr), W. du Plessis (gr), Jan du Plessis, Jaap Otto, Colla Ackerman, C. van Staden, J.M. Flinj, J. Botha, Tappie du Plessis…

Quatro anos depois desta fase, voltei à posição de Treinador, assediado por alguns atletas da ACP, Associação da Colónia Portuguesa de Johannesburg, com a aprovação do seu Director Desportivo, Fernando Rasteiro. Agora a pouca distância da minha residência.

ACP, a última equipa treinada por mim na África do Sul

Finalmente, foi feita uma entrevista à recém-nascida televisão sul-africana, numa tentativa de promover a modalidade. Mas foi sol de pouca dura pois, no ano seguinte 1978, regressei a Moçambique, deixando a África do Sul de vez.

Uma tentativa de promoção da modalidade, através duma entrevista dada à SABC


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4 Responses to Épocas 1965 a 1977 – África do Sul

  1. Lembro-me com saudade desse tempo e dos irmãos Silva Carlos e Mário sua Mãe uma Lady sem chapeu, moravamos nos mesmo prédio em Pretória na bonita Esselen street. Sei que o Carlos já faleceu e sua mãe tambem, paz as vossas almas. O Mário ainda é vive em Pretória.

  2. Velasco says:

    Caro José

    Lamento os falecimentos ocorridos na família Silva. O Carlos e o Mário foram realmente os impulsionadores do hóquei em Pretória. Não me esqueci dos Pais deles, e da maneira distinta como me receberam em sua casa. Ficam também as saudades do evento e por esta via mando um abraço ao Mário, na esperança que venha a ler este meu “post”.

  3. Durval Ferreira Marques says:

    Acabei de ler, com muitas saudades, estas palavras desse grande internacional de hóquei em patins Francisco Velasco que, além de campeão do munto, foi também
    o grande motivador pela criação do hóquei em patins na África do Sul, a quem se dedicou de alma e coração. Encontrei, por mero acaso, estas notas por ele recolhidas
    e não desisti à tentação de deixar aqui um enorme abraço para todos os que ainda estão vivos, agradecendo-lhes por terem transformado em realidade o grande sonho
    de se ter o hóquei patinado nesse grande país que é a África do Sul.

  4. Velasco says:

    Caro Durval F. Marques

    Agradecido pelo seu comentário. Desculpe-me a pergunta mas será que é familiar do Dr. Durval Marques, o fundador da primeira Academia do Bacalhau, em Joannesburg, já lá vão quase cinquenta anos… Se for, qual a relação ?

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